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TESTE RÁPIDO

PARA COVID-19

Saiba se você já teve contato com o vírus.

Orientações de Coleta

  • A coleta preferencialmente deve ser realizada A PARTIR DO OITAVO DIA de início dos sintomas ou contato com pessoa infectada pelo coronavírus;

  • É um teste qualitativo;

  • Exame de sangue;

  • Não necessita de jejum;

  • Obrigatório documento de identificação com foto;

  • Não necessita de requisição médica.

Prazo de entrega: 

  • Coleta em nossa matriz: de 1 à 2hs após a coleta

  • Coleta nas unidades Cristo Redentor e Rubem Berta até às 14hs: Até às 18h do mesmo dia da coleta

  • Coleta na unidade São Leopoldo até 12hs: Até às 18h do mesmo dia da coleta

O que é?

Teste rápido para detecção QUALITATIVA (“positivo/negativo”) dos anticorpos IgG/IgM contra o Coronavírus.

O resultado dos anticorpos é expresso separadamente no laudo, isto é, será analisado os Anticorpos IgG e IgM de forma separada e o laudo expressará o resultado de cada Anticorpo.

Anticorpos são proteínas produzidas como resposta imunológica pelo organismo para sua defesa.

Estas proteínas são denominadas de imunoglobulinas e existem dois principais tipos que são a fração M (IgM) e a G (IgG).

A produção destas imunoglobulinas atinge valores detectáveis, pelos testes laboratoriais, após alguns dias depois da infecção, primeiro a IgM e depois a IgG. Este tempo entre a infecção e o aparecimento da IgM e da IgG é chamada janela imunológica.

Após a infecção, segundo a literatura disponível no momento, a janela é de 7 dias para a IgM e de 14 dias para a IgG.

Após a manifestação dos sintomas, geralmente a IgM é detectável após alguns dias e a IgG em torno de 10 dias.

Ainda não existe consenso sobre estes tempos de aparecimento dos anticorpos.

TAMBÉM REALIZAMOS OS SEGUINTES EXAMES:

Perguntas frequentes

Este exame é um teste rápido?


Sim. O Teste Rápido é um imunoensaio cromatográfico detecção qualitativa dos anticorpos IgG e IgM para COVID-19 em sangue total, soro ou plasma como auxílio ao diagnóstico de infecções primárias e secundárias pelo novo Coronavírus.




Como prevenir o coronavírus?


O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.
Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção). Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.




O que é coronavírus?


Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19). Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.




Tipos de coronavírus


Os tipos de coronavírus conhecidos até o momento são:

  • Alpha coronavírus 229E e NL63.
  • Beta coronavírus OC43 e HKU1.
  • SARS-CoV (causador da Síndrome Respiratória Aguda Grave ou SARS).
  • MERS-CoV (causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio ou MERS).
  • SARS-CoV-2: novo tipo de vírus do agente coronavírus, chamado de coronavírus, que surgiu na China em 31 de dezembro de 2019.
Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.




Como o coronavírus é transmitido?


As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo. Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção. É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada. Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa. Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • gotículas de saliva;
  • espirro;
  • tosse;
  • catarro;
  • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.




Como é feito o diagnóstico do coronavírus?


O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do coronavírus. Para confirmar a doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado bronca alveolar). Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.




Como é feito o tratamento do coronavírus?


Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:

  • Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
  • Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.
Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento. Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 07 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispnéia (falta de ar).




Quais são os sintomas da COVID-19?


Os sinais e sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. No entanto, o coronavírus (SARS-CoV-2) ainda precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e sintomas da doença. Os principais são sintomas conhecidos até o momento são:

  1. Febre;
  2. Tosse;
  3. Perda de Paladar;
  4. Dificuldade para respirar.




O que eu faço em caso de dúvidas?


Em caso de dúvidas técnicas sobre exames, solicite conversar com um de nossos biomédicos ou bioquímicos por meio do telefone 51 3365-8449 ou e-mail: contato@analysislaboratorio.com.br




Fontes


Das informações aqui divulgadas: https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2020/fevereiro/21/2020-02-21-Boletim-Epidemiologico03.pdf https://blog.dbmolecular.com.br/informativo-coronavirus-2019-covid-19/




IgM REAGENTE pode indicar que:


O indivíduo está com uma infecção recente. Sempre consulte um médico para avaliar os seus resultados.




IgM NÃO REAGENTE pode indicar que:


O indivíduo não foi infectado pelo vírus;
O indivíduo foi infectado, mas ainda não tem anticorpos detectáveis pelos testes laboratoriais (Não reatividade momentânea);
O resultado é um falso não reagente devido a limitação tecnológica do teste.
Sempre consulte um médico para avaliar os seus resultados.




IgG REAGENTE pode indicar que:


O indivíduo não tem mais a infecção;
O indivíduo está, provavelmente, imune.
Sempre consulte um médico para avaliar os seus resultados.




IgG NÃO REAGENTE pode indicar que:


O indivíduo não foi infectado pelo vírus;
O indivíduo teve recentemente a infecção e, provavelmente, esse anticorpo ainda não está presente;
O resultado é um falso não reagente devido a limitação tecnológica do teste.
Sempre consulte um médico para avaliar os seus resultados.




Sobre os resultados: Observações importantes


Alguns indivíduos com o teste RT-PCR POSITIVO levarão mais tempo para tornarem-se REAGENTES para IgM e IgG. Portanto, em caso de inexistência desses anticorpos, é recomendado a repetição do teste num espaço não inferior a 2 semanas. A combinação de teste de RT-PCR e pesquisa de anticorpos é fundamental em estados mais tardios da doença para aumentar a capacidade do diagnóstico laboratorial. Sempre consulte um médico para avaliar os seus resultados.





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