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Exames Genéticos, Alzheimer e Marcadores Tumorais

Painéis genéticos, marcadores tumorais e o exame de sangue que auxilia na investigação do Alzheimer, em Porto Alegre e região. Os resultados apoiam a investigação e o acompanhamento médico e devem ser interpretados por um médico.

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Dúvidas

Perguntas frequentes sobre Genética, Alzheimer e Câncer

Não necessariamente. Marcadores como CA 125, CA 15-3, CA 19-9 e CEA não confirmam nem descartam câncer isoladamente, porque seus níveis variam em diferentes situações clínicas. São usados principalmente no acompanhamento, e o resultado deve ser interpretado por um médico, junto ao quadro clínico e aos demais exames.
O painel de câncer hereditário analisa o DNA por Sequenciamento de Nova Geração (NGS) e investiga a predisposição herdada a alguns tipos de câncer; ele não indica se há câncer. Os marcadores tumorais são dosados no sangue e auxiliam na investigação e no acompanhamento de alterações já em avaliação.
Existe um exame que auxilia a investigação: a Relação Beta-Amiloide 42/40 avalia, numa amostra de sangue, a proporção entre duas formas da proteína beta-amiloide, associada a processos da doença de Alzheimer. Ele não fecha diagnóstico sozinho, exige pedido médico e o resultado deve ser interpretado por um médico.
Precisam de pedido médico o exoma, o painel de câncer hereditário, o cariótipo com banda G, as pesquisas genéticas de hemocromatose e de X-Frágil e a relação beta-amiloide 42/40. Os marcadores tumorais e o teste da bochechinha não exigem.
É uma triagem genética ampliada do recém-nascido que investiga mais de 540 doenças raras a partir de células da parte interna da bochecha, coletadas com um swab, sem agulha e sem dor. Ele complementa, mas não substitui, o teste do pezinho.